ASSOCIAÇÃO ENTRE A DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR, ESTRESSE PERCEBIDO E TRANSTORNO MENTAL COMUM EM UNIVERSITÁRIOS

Viviane Gontijo Augusto

Resumo


Objetivo: Avaliar a prevalência de Disfunção Temporomandibular (DTM) e sua associação com estresse percebido e Transtorno Mental Comum (TMC) em universitários. Métodos: Estudo observacional transversal realizado na Universidade do Estado de Minas Gerais - UEMG Unidade Divinópolis, nos cursos relacionados à área da saúde. Para investigar a prevalência de DTM, foi utilizado o Índice Anamnésico de Fonseca (FONSECA, 1992). O estresse foi avaliado pela escala de Estresse Percebido, traduzida e adaptada para a população brasileira, em 2006 (LUFT et al., 2007). Para rastreamento do TMC, utilizou-se o Self-Reporting Questionnaire (SRQ-20). Os dados foram analisados com auxílio do programa SPSS, versão 13.0, adotando-se um nível de significância de 5%. Resultados: A prevalência de DTM na amostra foi de 71,9%, distribuindo-se da seguinte forma: DTM leve (50,0%), moderada (16,4%) e severa (5,5%), sendo mais frequente entre as mulheres (76,4%). Os Transtornos Mentais Comuns estavam presentes em 29,9% dos participantes. A média do estresse percebido foi de 30,9. Conclusão: Com base na metodologia empregada, os resultados encontrados neste estudo permitem concluir que, há correlação estatisticamente significativa entre DTM e variáveis como Hábitos Parafuncionais, Estresse Percebido e TMC.



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