MODERNIDADE EM (DES) ENCONTRO: A EDUCAÇÃO ENTRE EXPRESSIVISMO E OBJETIVIDADE

Amarildo Luiz Trevisan, Geraldo Antonio da Rosa

Resumo


O artigo procura esclarecer certos conflitos em que incorrem as teorias da educação e a formação de professores seguindo os preceitos do reconhecimento. Para isso, parte da divisão proposta por Charles Taylor em seu monumental escrito “Hegel” (1975), quando denota a existência de duas forças contrárias presentes no coração da modernidade: o espírito do Romantismo, por um lado, e o da Ilustração ou do Iluminismo, por outro. A partir da correlação dessas ideias com as filosofias de Rousseau e Kant, o artigo pergunta: Como refletir a educação para além dos panópticos do sistema, próprios das políticas públicas de avaliação hoje hegemônicas globalmente? Ou então, como desenvolver a resistência a políticas equivocadas sem cair nos riscos do romantismo? Dessa forma, procura articular a consideração à expressividade com a objetividade das normas e procedimentos no campo das pesquisas acadêmicas, bem como na melhoria das campanhas educativas de mudança da mentalidade social.

Palavras-chave


modernidade, expressivismo, objetividade.

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