Germinação e vigor de sementes de pinhão manso armazenadas

Solange Carvalho Barrios Roveri José, Antonieta Nassif Salomão, Luis Alberto Martins Palhares Melo, Izulmé Rita Imaculada Santos, Bruno Galvêas Laviola

Abstract


Apesar do comportamento ortodoxo das sementes de pinhão manso, é preciso que as condições de armazenamento sejam adequadas, para garantir a sua longevidade, principalmente em sementes oleaginosas. O objetivo desse trabalho foi avaliar a qualidade fisiológica das sementes de pinhão manso armazenadas em diferentes ambientes e embalagens por períodos de três, nove e 15 meses. As embalagens utilizadas para o acondicionamento das sementes foram: saco plástico de alta densidade, envelope aluminizado e saco de papel multifoliado e os ambientes para o armazenamento: câmara fria e seca (20 °C e 15% de UR, constantes); geladeira (7 ± 3 °C; 48 ± 8% de UR) e laboratório (25 ± 3°C; 51± 7% de UR). A umidade e a germinação iniciais das sementes eram de 7,1% e 89%, respectivamente. Durante o armazenamento foram realizadas avaliações da qualidade fisiológica (germinação e vigor) e umidade das sementes. O conteúdo de água das sementes variou de 3,3 a 7,7%, dependendo da permeabilidade da embalagem e das condições ambientais de armazenamento. Sementes de pinhão manso com umidade inicial de 7,1% podem ser armazenadas por 15 meses, sem perda de viabilidade, desde que acondicionadas em embalagem plástica. O período de armazenamento de nove meses manteve o vigor das sementes nos diferentes ambientes de armazenamento e embalagens utilizadas.

Keywords


Jatropha curcas L.; conservação; embalagens, qualidade fisiológica

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