É POSSÍVEL A SUBJETIVIDADE RESISTIR AO MARKETING DA EDUCAÇÃO E DA POLÍTICA?

Flávia Cristina Silveira Lemos, Ellen Aguiar da Silva, Feliciana Ueyama, Rachel Siqueira Dias, Marilda Couto

Resumo


O presente artigo aborda a produção de subjetividades baseada nas imagens, no marketing e na política educativa, pautada na economia neoliberal. O controle social pela comunicação e informação atua pela rapidez e fluxo de imagens, a interatividade e o jogo veloz, na política instrumental do mercado. O artigo está construído a partir de táticas analíticas com os intercessores: Deleuze, Guattari, Arendt, Lèvy, Foucault e Virílio. Se a vigilância da captura e distribuição das imagens é ampliada e parece ser incontornável, resistências são realizadas, pela tentativa de criar criações clandestinas e escondidas, anonimatos e fugas à visibilidade constante, à velocidade da política e ao mercado da educação. Assim, a criação opera pelos mecanismos de deslocamentos das subjetividades utilitaristas e controladas pela opinião, criticando a capitalização e empreendedorismo visual-auditivo permanente.

Palavras-chave


Subjetividades e Imagens; Educação; Marketing; Empresas; Resistências.

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