Sobre la revista

Informaciones básicas

Alea: Estudios Neolatinos - Revista organizada por el Programa de Postgrado en Letras Neolatinas de la Universidad Federal de Río de Janeiro (UFRJ), es una revista científica con periodicidad cuatrimestral, sin fines lucrativos, de acceso abierto, que integra el grupo de revistas científicas brasileñas de la Scientific Electronic Library Online (SciELO) que adhirieron al programa Ciencia Abierta, siendo evaluada con el concepto Qualis A1 por la CAPES e indexada en SciELO, en Scopus y en Web of Science, entre otros indexadores regionales, como Latindex y Redalyc.

Alea: Estudios Neolatinos tiene como misión la divulgación de trabajos de investigación originales, de alto impacto científico, provenientes de las diversas áreas de producción de conocimiento relacionadas con la gran área de Letras, específicamente, y con las Letras Neolatinas en las áreas de concentración de Literaturas Hispánicas, Literatura Italiana, Literaturas de Lengua Francesa, Literatura Brasileña y otras literaturas en lenguas neolatinas como el Portugués, el Rumano, el Catalán, el Gallego o el Provenzal, así como de Literaturas Neolatinas producidas en contacto cultural con otros universos lingüísticos. Así, la revista publica estudios críticos e historiográficos de cada universo cultural del ámbito neolatino y, además, estudios teóricos, estudios comparados y estudios de traducción de interés para la comprensión de ese universo, aceptando trabajos en portugués, español, francés, italiano e inglés.

Alea: Estudios Neolatinos sólo admite el envío de trabajos inéditos, en medios impresos o electrónicos, salvo aquellos ya disponibles como preprint en el repositorio SciELO, no siendo aceptados los envíos simultáneos, para evaluación, a otros periódicos.

Todos los trabajos adecuados al perfil da revista son sometidos al proceso de Análisis por Pares, recibiendo la evaluación de por los menos dos consultores ad hoc, escogidos entre especialistas del área.

La abreviatura de su título es Alea, y debe ser usada en bibliografías, notas al pie de página, pies de imagen y referencias bibliográficas.

 

 Fuentes de indexación

  • SciELO
  • Scopus
  • Web of Science
  • Redalyc
  • Latindex

 

Propiedad intelectual

Todo el contenido del periódico, excepto aquel identificado explícitamente, posee una Licencia Creative Commons con atribución tipo BY. La versión online de la revista es de acceso abierto y gratuito. 

 

Auspiciantes

La revista Alea: Estudios Neolatinos recibe apoyo del Programa de Apoyo a las Publicaciones Científicas de la CAPES, del CNPq y de la FAPERJ.

Avisos

Proximas Chamadas

2020-03-02

Vol. 28/3 (setembro, outubro, novembro, dezembro/2026)

Tema: Descolonização do saber: a China e as literaturas neolatinas em diálogo

Editores Convidados:

Fan Xing (Universidade de Pequim)

Fabio Akcelrud Durão (Unicamp)

Wei Ran (Universidade Tsinghua)

Zhang Wen (Universidade de Pequim)

Recepção: 16/01/2026 a 15/05/2026

Ementa:

O campo acadêmico contemporâneo apresenta um paradoxo: a centralidade do inglês como língua de mediação limita o diálogo direto entre países não centrais, mantendo tradições críticas fora do eixo do Norte Global em condição de invisibilidade. Na China, a leitura, a tradução e a crítica das literaturas neolatinas — portuguesa, espanhola, francesa, italiana e romena — já têm certa escala, mas ainda não receberam reconhecimento internacional suficiente. Ao mesmo tempo, a circulação da literatura chinesa no mundo neolatino carece de um enquadramento metodológico sólido. Nesse contexto, reduzir a dependência de mecanismos intermediários e privilegiar interações diretas entre chinês e português/espanhol/francês/italiano/romeno significa não apenas criticar os sistemas vigentes, mas também responder às novas condições disciplinares. Esse movimento amplia o horizonte: do diálogo sino-europeu tradicional às atuais interações sino-africanas e sino-latino-americanas, revelando novas dinâmicas no cenário literário global.

O dossiê Descolonização do saber: a China e as literaturas neolatinas em diálogo propõe repensar os estudos comparativos a partir de relações horizontais e plurilíngues, destacando como as trocas diretas entre a China e o mundo neolatino podem renovar as categorias críticas e abrir novos caminhos para a produção de conhecimento literário em escala global. Visto isso, convidam-se trabalhos que abordem, entre outros temas: estudos das literaturas neolatinas a partir da perspectiva chinesa; paradigmas chineses na pesquisa das literaturas neolatinas; transferências culturais nas traduções recíprocas entre a China e as literaturas neolatinas; reinterpretações da literatura chinesa por tradutores neolatinos; interações e intertextualidades entre a China e as literaturas neolatinas; o diálogo sino-neolatino e o sistema da literatura mundial; o diálogo sino-neolatino e a produção transcultural do conhecimento.

 

Vol. 29/1 (janeiro, fevereiro, março, abril/2027)

Tema: Poéticas transandinas, transamazônicas e meso-americanas: repertórios ampliados e os arquivos latino-americanos

Editoras Convidadas:

Carla Dameane Pereira de Souza – Universidade Federal de Viçosa, Brasil

Eleonora Frenkel Barretto – Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil

Patricia Henríquez Puentes – Universidad de Concepción, Chile

Recepção: 16/05 a 15/09 de 2026

Ementa:

Ao considerarmos que as cosmovisões, epistemes e expressões subjetivas dos povos originários e dos sujeitos migrantes nas diversas áreas culturais latino-americanas encontram-se presentes em diversos arquivos e em diferentes linguagens, que expandem o campo do literário e até a própria noção de poética, esta chamada da revista Alea pretende destacar a diversidade dessas praticas e refletir sobre como emergem na atualidade e se colocam em horizontalidade e em disputa com as produções artísticas já consolidadas no cânone literário e da história da arte.

Algumas inquietações sustentam a chamada para o dossiê: Como os estudos literários e culturais, assumidos desde as perspectivas de áreas como a andina, a meso-americana e a amazônica, intervêm no atual contexto de crises políticas, climáticas e de colapso do antropoceno? Quais são as memórias e os repertórios andinos, amazônicos e centro americanos banidos pelos arquivos da história da literatura latino-americana e presentes na arte, na literatura, na teoria e na crítica contemporâneas, que redefinem a própria noção de latino-americano, marcada pela extraterritorialidade, pela transnacionalidade e pelo multilinguismo?

Para tentar dar respostas a essas interrogantes, contamos com alguns insumos teóricos: a poética do índio e da mestiçagem, de José Maria Arguedas (2014), a poética do sujeito migrante, de Antonio Cornejo Polar (1996) e a do chicha, de Dorian Espezúa Salmon (2009), como proposições que tentam compreender as dinâmicas criativas, no Peru, atravessadas pela presença das culturas e dos idiomas de povos originários em distintos momentos de transformação histórico-social; a poética do ch’ixi, que devém das discussões de Silvia Rivera Cusicanqui (2018) em torno às contradições presentes e em conflito no mundo indígena face à modernidade ocidental, a partir da experiência dos povos originários na Bolívia; a poética do xampurria, de Javier Milanca Olivares (2018) e Daniela Catrileo (2024), em torno às produções mapuche em seus processos de expulsão, migração, adaptação e resistência cultural, no contexto chileno; a poética para salvar o fim do mundo, de Ailton Krenak (2019), que insurge para a produção cultural e artística brasileira como possibilidade de celebrar a linguagem da vida e da natureza frente ao colapso do antropoceno e a de ReAntropofagia, de Denilson Baniwa (2019), em sua proposta revisionista da antropofagia modernista, que a subverte para dar lugar às perspectivais autoriais indígenas. Não restrita às poéticas aqui assinaladas, o dossiê pretende oferecer um mapeamento do estado da arte da produção de pesquisadores e pesquisadoras que desenvolvam estudos em interlocução com os imaginários simbólicos e com as perspectivas teóricas que partam da experiência e dos fazeres dos povos latino-americanos em diálogo com a ancestralidade de seus corpos, linguagens e territórios.

O objetivo do dossiê será reunir artigos acadêmicos que abordem discussões referentes às produções literárias e aquelas caracterizadas por outros regimes de escritura como as artes cênicas, as artes plásticas e as artes visuais, nas quais a América Latina é pensada em perspectiva contra colonial. Serão bem-vindos trabalhos que estabeleçam diálogos com a crítica e a teoria literária, com questões que envolvem e tensionam discussões em torno à autoria, à representação e à autorrepresentação de indígenas, migrantes e outros povos dissidentes, à dimensão testemunhal das obras, seu alcance e impacto no campo acadêmico, científico e cultural. Serão acolhidos artigos que debatam sobre as diferentes performances da identidade, do corpo e do território, na forma em que os diferentes gêneros se colocam como sujeitos de enunciação, capazes de integrar a comunidade na prática de uma intelectualidade engajada com os propósitos coletivos e ancestrais.

Por fim, propõe-se, com este dossiê, ampliar as discussões em torno das memórias e das representações da América Latina, a fim de estabelecer intercessões entre a epistemologias plurais e os saberes comuns que podem ser vislumbrados a partir destas produções, além de elencar problematizações a elas inerentes.

Referências:

ARGUEDAS, José María. Canto kechua. Con un ensayo sobre la creación artística del Pueblo indio y mestizo. Lima: Editorial Horizonte, 2014.

BANIWA, Denilson. “ReAntropofagia”. In: Concinnitas. v.23. n.44. Rio de Janeiro: Maio de 2022. Disponível em: https://www.epublicacoes.uerj.br/concinnitas/article/download/71520/46502/268658

CATRILEO, Daniela. Sutura de aguas. Un viaje especulativo sobre la impureza. Santiago de Chile: Kikuyo Editorial, 2024.

CORNEJO POLAR, Antonio. “Una heterogeneidad no dialéctica: sujeto y discurso migrantes en el Perú Moderno. Revista Iberoamericana. Vol. LXII, n° 176-177. 1996.

ESPEZÚA SALMÓN, Dorian. Perú Chicha. La Mezcla de Los Mestizajes. Lima: Editorial Planeta, 2018.

KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. 1a Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

MILLANCA, Javier. Xampurria. Somos del lof de los que no tienen lof. Santigo de Chile: Pehuén Editores; Centro de Estudios Interculturales e Indígenas, 2018.

RIVERA CUSICANQUI, Silvia. Un mundo ch’ixi es posible. Ensayos desde un presente en crisis. 1a ed. - Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Tinta Limón, 2018.

 

Vol. 29/2 (maio, junho, julho, ago/2027)

Tema: Cinquenta anos de Autoficção (1977–2027): circulação, transformações e disputas nas literaturas neolatinas

Editores Convidados:

Anna Faedrich - Universidade Federal Fluminense, Brasil

José Vieira - Universidade de Lisboa, Portugal

Carlos Nogueira - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal

Recepção: 16/09 de 2026 a 15/01 de 2027

Ementa:

Em 1977, Serge Doubrovsky propôs o termo “autoficção”, cuja fortuna crítica e literária reconfigurou decisivamente os debates sobre autobiografia, ficção, pacto de leitura, figura autoral e escrita de si. Cinquenta anos depois, importa não apenas celebrar a emergência de uma designação, mas também interrogar as suas sucessivas apropriações, traduções, resistências e reformulações em diferentes tradições literárias e críticas.

Este dossiê propõe examinar a circulação e as metamorfoses da autoficção nas literaturas neolatinas, com especial atenção às relações entre os espaços de língua francesa, espanhola, portuguesa e italiana. Pretende igualmente acolher estudos sobre outras tradições românicas – nomeadamente catalã, galega ou romena –, desde que articulados com uma perspetiva comparada, transnacional ou tradutória.

Longe de conceber as literaturas ibéricas e ibero-americanas como simples espaços de recepção de modelos teóricos produzidos noutros contextos, o número procura evidenciar a sua contribuição para a renovação crítica e formal da escrita de si. Interessa, assim, analisar práticas autoficcionais situadas em contextos marcados pela memória, pelo trauma, pela migração, pela colonialidade, pelas desigualdades de género, raça e classe, bem como pelas novas formas de exposição pública e digital do sujeito.

Nessa perspetiva, receberemos trabalhos que atentem para os seguintes eixos temáticos:

- Genealogias, definições, controvérsias e reformulações do conceito de autoficção;

- Circulação, tradução e recepção da autoficção nas literaturas neolatinas;

- Autoficção, autobiografia, espaço autobiográfico, formas de escrita de si;

- Autoficção, memória, pós-memória, arquivo e trauma;

- Corpo, gênero, sexualidade, raça, colonialidade e subjetividades minoritárias;

- Formas híbridas, experimentais e intermédia da autoficção contemporânea;

- Autoficção, migração, diáspora, exílio e relações transatlânticas;

- Ética, vulnerabilidade, exposição do eu e regimes de verdade na escrita autoficcional.

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Alea: Estudios Neolatinos fue creada en 1999 con el objetivo de constituir un instrumento de intercambio de investigaciones entre el Programa de Postgrado en Letras Neolatinas y los demás programas de postgrado de Brasil, estimulando así el debate entre investigadores –docentes y estudiantes– y, también, entre la sociedad y el ámbito académico. Como objetivo a largo plazo, se pretendía igualmente un intercambio más estrecho del Programa de Postgrado en Letras Neolatinas con las universidades extranjeras que, por un lado, aportaran informaciones actualizadas en relación con las literaturas y culturas neolatinas investigadas y enseñadas en nuestra universidad, y que, por otro, pudiesen conocer las investigaciones que la universidad brasileña realiza con tanta seriedad en torno de las literaturas extranjeras modernas, sobre todo aquellas ligadas a las culturas hispánicas e las culturas de lengua francesa e italiana.

Alea: Estudios Neolatinos integra el primer grupo de revistas científicas brasileñas adheridas al programa Ciencia Abierta, permitiendo e envío de trabajos divulgados en preprint como opción de los autores para un inicio formal de la comunicación de su investigación, además de opciones de apertura del proceso de peer review que sean aceptadas por los autores y/o evaluadores.

Alea: Estudios Neolatinos acepta los siguientes tipos de trabajos:

  1. Artículos inéditos en portugués, español, francés e inglés, que tengan relación con el área de Letras (mínimo de 25.000 y máximo de 40.000 caracteres con espacios);
  2. Reseñas críticas de disertaciones, tesis y libros de interés para el área de letras (mínimo de 10.000 y máximo de 15.000 caracteres con espacios);
  3. Traducciones de textos ensayísticos y literarios, con la debida autorización del autor y/o del editor (hasta 15.000 caracteres con espacios).
  4. Entrevistas, con carácter inédito, con escritores, críticos, profesores o investigadores con una obra de relieve en el área. (Se requiere a correspondiente autorización del entrevistado.)
  5. Presentación de materiales de archivos de escritores, inéditos, con autorización de la persona o de la entidad responsable por los derechos de autor.

Alea: Estudios Neolatinos sólo admite trabajos inéditos, en medios impresos o electrónicos, salvo aquellos exclusivamente disponibles en el repositorio SciELO Preprints, no siendo aceptado el envío simultáneo, para evaluación, en otro periódico.