Epidemiologia e Serviços de Saúde: revista do Sistema Único de Saúde do Brasil https://submission.scielo.br/index.php/ress <p>A missão da RESS é difundir o conhecimento epidemiológico aplicável às ações de vigilância, de prevenção e de controle de doenças e agravos de interesse da saúde pública, visando ao aprimoramento dos serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p> pt-BR ress.svs@gmail.com (Secretaria Executiva) ress.svs@gmail.com (RESS) Mon, 05 Jul 2021 17:14:05 -0300 OJS 3.3.0.10 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Obesidade abdominal e fatores associados em comunidades quilombolas do Norte de Minas Gerais, 2019 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/243292 <p><strong>Objetivo:</strong> Analisar a prevalência de obesidade abdominal e fatores associados em comunidades quilombolas do norte de Minas Gerais, Brasil. <strong>Métodos:</strong> Estudo transversal realizado em 2019, a partir de entrevistas estruturadas e mensuração do perímetro da cintura; empregou-se regressão de Poisson, separada por sexo, para calcular razões de prevalência (RP) da obesidade abdominal ajustadas pelas variáveis independentes e intervalo de confiança de 95% (IC95%). <strong>Resultados:</strong> 56,6% (IC95% 50,9;62,0) dos quilombolas observados apresentaram obesidade abdominal; na análise ajustada, entre homens, verificou-se associação do desfecho com idade de ≥60 anos (60-69 anos: RP=2,52–IC95%1,33;4,75), não ser tabagista (RP=1,73–IC95%1,17;2,55) e referir hipertensão arterial (RP=1,42 – IC95%1,11;1,80), enquanto, nas mulheres, associou-se com idade ≥50 anos (50-59 anos: RP=1,25 – IC95%1,01;1,54), ex-tabagismo (RP=1,26 – IC95%1,00;1,58), consumo de frango com pele (RP=1,09 – IC95%1,00;1,19) e hipertensão (RP=1,22 – IC95%1,11;1,36). <strong>Conclusão:</strong> Encontrou-se prevalência de obesidade abdominal alta entre os quilombolas, maior nos idosos, hipertensos, fumantes e ex-fumantes.</p> Patrícia de Sousa Fernandes Queiroz, Leonardo de Paula Miranda, Pâmela Scarlatt Durães Oliveira, João Felício Rodrigues Neto, Cristina Andrade Sampaio, Thatiane Lopes Oliveira, Maria Luísa Oliveira Silva Copyright (c) 2021 Patrícia de Sousa Fernandes Queiroz, Leonardo de Paula Miranda, Pâmela Scarlatt Durães Oliveira, João Felício Rodrigues Neto, Cristina Andrade Sampaio, Thatiane Lopes Oliveira, Maria Luísa Oliveira Silva https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/243292 Fri, 27 Aug 2021 00:00:00 -0300 Custos catastróficos e sequelas sociais decorrentes do diagnóstico e tratamento da tuberculose no Brasil https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/243088 <p><strong>Objetivo:</strong> Avaliar o impacto dos custos catastróficos no desfecho desfavorável do tratamento da tuberculose. <strong>Métodos:</strong> Estudo de coorte prospectiva, realizado em cinco capitais de estados brasileiros (Manaus, Recife, Vitória, Campo Grande e Porto Alegre) no período de junho de 2016 a julho de 2018. Empregou-se regressão logística para calcular a razão de chances (odds ratio, OR) e os intervalos de confiança de 95% (IC95%). <strong>Resultados:</strong> Dos 350 participantes, 310 foram incluídos, dos quais 30 apresentaram desfecho desfavorável. Custo catastrófico (OR=2,53 – IC95% 1,13;5,67) e divórcio (OR=5,29 – IC95% 1,39;20,05) aumentaram as chances de desfecho desfavorável.<strong> Conclusão:</strong> Dificuldades financeiras durante o tratamento da tuberculose podem prejudicar seu desfecho. Os fatores determinantes para o desfecho do tratamento foram custo catastrófico e divórcio.</p> Leticia Molino Guidoni, Eliana Zandonade, Geisa Carlesso Fregona, Leticya dos Santos Almeida Negri, Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira, Thiago Nascimento do Prado, Carolina Maria Martins Salles, Raisa da Silveira Coimbra, Heletícia Scabelo Galavote, Ethel Leonor Noia Maciel Copyright (c) 2021 Leticia Molino Guidoni, Eliana Zandonade, Geisa Carlesso Fregona, Leticya dos Santos Almeida Negri, Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira, Thiago Nascimento do Prado, Carolina Maria Martins Salles, Raisa da Silveira Coimbra, Heletícia Scabelo Galavote, Ethel Leonor Noia Maciel https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/243088 Mon, 19 Jul 2021 00:00:00 -0300 Fatores de risco para óbito por COVID-19 no Acre, 2020: coorte retrospectiva https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/242121 <p><strong>Objetivo:</strong> Analisar fatores de risco para óbito em indivíduos com síndrome respiratória aguda grave por COVID-19. <strong>Métodos:</strong> Coorte retrospectiva, constituída de indivíduos adultos com COVID-19, de março a setembro de 2020, notificados pelo sistema de vigilância epidemiológica do estado do Acre, Brasil. Empregou-se regressão de Cox. <strong>Resultados:</strong> Entre 57.700 indivíduos analisados, a incidência foi de 2.765,4/100 mil habitantes, e a mortalidade, de 61,8/100 mil hab. Os fatores de risco para o óbito foram ser do sexo masculino (HR=1,48 – IC95% 1,25;1,76), ter idade ≥60 anos (HR=10,64 – IC95% 8,84;12,81), sintoma de dispneia (HR=4,20 – IC95% 3,44;5,12) e apresentar multimorbidade (HR=2,23 – IC95% 1,77;2,81), com destaque para cardiopatas e diabetes mellitus. Os sintomas ‘dor de garganta’ e ‘cefaleia’ estavam presentes nos casos leves da doença. <strong>Conclusão:</strong> Ser homem, idoso, apresentar cardiopatia, diabetes mellitus e dispneia foram características associadas ao óbito pela COVID-19.</p> Patrícia Rezende do Prado, Fernanda Raphael Escobar Gimenes, Marcos Venicius Malveira de Lima, Virgilio Batista do Prado, Carolina Pontes Soares, thatiana lameira maciel amaral Copyright (c) 2021 Patrícia Rezende do Prado, Fernanda Raphael Escobar Gimenes, Marcos Venicius Malveira de Lima, Virgilio Batista do Prado, Carolina Pontes Soares, thatiana lameira maciel amaral https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/242121 Mon, 19 Jul 2021 00:00:00 -0300 Avaliação da adequação da conservação de imunobiológicos na macrorregião de saúde Oeste de Minas Gerais: estudo descritivo, 2017 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/245552 <p><strong>Objetivo:</strong> Descrever a adequação da conservação de imunobiológicos nas salas de imunização dos municípios da macrorregião de saúde Oeste do estado de Minas Gerais, Brasil. <strong>Métodos:</strong> Estudo descritivo, pautado em uma escala validada, com escore máximo de 15 pontos. Realizou-se análise descritiva e teste de associação entre os escores obtidos pelos municípios e variáveis do contexto externo. <strong>Resultados:</strong> Foram avaliadas 275 do total de 295 salas de imunização existentes. A conservação de imunobiológicos na macrorregião Oeste obteve um escore médio de 4 pontos (escore-padrão de 0 a 15). Evidenciou-se ausência ou carência de insumos destinados à conservação de imunobiológicos, e processos de trabalho que requerem aprimoramento. Municípios de pequeno porte apresentaram melhor conservação de imunobiológicos (p=0,011). <strong>Conclusão:</strong> A conservação de imunobiológicos nas salas de imunização da macrorregião de saúde Oeste de Minas Gerais foi considerada inadequada.</p> Gabriela Gonçalves Amaral, Eliete Albano de Azevedo Guimarães, Laís Oliveira de Moraes Tavares, Brener Santos Silva, Daniel Nogueira Cortez, Valéria Conceição de Oliveira Copyright (c) 2021 Gabriela Gonçalves Amaral, Eliete Albano de Azevedo Guimarães, Laís Oliveira de Moraes Tavares, Brener Santos Silva, Daniel Nogueira Cortez, Valéria Conceição de Oliveira https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/245552 Mon, 30 Aug 2021 00:00:00 -0300 Fatores sociodemográficos e clínicos de casos de hanseníase associados ao desempenho da avaliação de seus contatos no Ceará, 2008-2019 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/241215 <p><strong>Objetivo:</strong> Analisar o efeito de características sociodemográficas e clínicas de casos novos (CNs) de hanseníase como determinantes no desempenho da avaliação dos contatos. <strong>Métodos:</strong> Estudo transversal, com abordagem temporal do indicador de avaliação de 100% dos contatos examinados de CNs registrados no Ceará, Brasil, via Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), em 2008-2019. Empregou-se regressão logística para estimar razão de chances-odds ratio (OR) com intervalos de confiança de 95% (IC95%). A tendência temporal baseou-se em regressão joinpoint. <strong>Resultados:</strong> Foram analisados 23.675 CNs, 65,4% com contatos examinados. Verificou-se maior chance para não avaliação de 100% dos contatos registrados com CN multibacilar (OR=1,19 –IC95%1,11;1,28) e com exame de contatos como modo de entrada (OR=1,71 –IC95%1,35;2,18). A tendência temporal do indicador foi de aumento (variação percentual anual: 2,1 –IC95%1,2;3,0). <strong>Conclusão:</strong> Dimensões distintas de vulnerabilidade individual e social de CNs de hanseníase influenciam o persistente desempenho insatisfatório da avaliação de contatos.</p> Soares GMMM, Souza EA, Ferreira AF, García GSM, Oliveira MLW, Pinheiro ABM, Santos MAM, Ramos Jr AN Copyright (c) 2021 Soares GMMM, Souza EA, Ferreira AF, García GSM, Oliveira MLW, Pinheiro ABM, Santos MAM, Ramos Jr AN https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/241215 Mon, 23 Aug 2021 00:00:00 -0300 Cobertura vacinal em crianças de até 2 anos de idade beneficiárias do Programa Bolsa Família, Brasil https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/244837 <p><strong>Objetivo:</strong> Avaliar a cobertura vacinal, conforme o calendário do Programa Nacional de Imunizações, entre crianças beneficiárias do Programa Bolsa Família, Brasil, segundo nível socioeconômico da família e características maternas.<strong>Métodos:</strong> Foram avaliadas 3.242 crianças menores de 12 meses de vida entre agosto de 2018 e abril de 2019, sendo 3.008 delas reavaliadas entre setembro de 2019 e janeiro de 2020. As análises foram realizadas utilizando-se modelos multiníveis (nível 3, Unidade da Federação; nível 2, município; nível 1, crianças).<strong>Resultados:</strong> A cobertura vacinal foi 2,5 vezes maior no primeiro (61,0%–IC95%59,3;62,6%), comparado ao segundo acompanhamento (24,8%–IC95%22,8;25,9%) (p&lt;0,001). No primeiro acompanhamento, a cobertura foi maior no quintil mais rico (67,9%) e entre as crianças cujas mães tinham ≥9 anos de escolaridade(63,3%). No segundo acompanhamento, não houve diferenças. As maiores coberturas ocorreram entre 0,5-2,5 (93,5%) e 12,5-15,5 meses (34,4%), respectivamente primeiro e segundo companhamentos.<strong>Conclusão:</strong> Encontrou-se baixa cobertura, tanto no primeiro quanto no segundo ano de vida.</p> Raquel Siqueira Barcelos, Iná S. Santos, Tiago N. Munhoz, Cauane Blumenberg, Caroline C. Bortolotto, Alicia Matijasevich, Cristiane Salum, Hernane Guimarães dos Santos Júnior, Letícia Marques, Luciano Correia, Marta Rovery de Souza, Pedro Israel Cabral de Lira, Elisa Altafim, Esmeralda Correa Macana, Cesar G. Victora Copyright (c) 2021 Raquel Siqueira Barcelos, Iná S. Santos, Tiago N. Munhoz, Cauane Blumenberg, Caroline C. Bortolotto, Alicia Matijasevich, Cristiane Salum, Hernane Guimarães dos Santos Júnior, Letícia Marques, Luciano Correia, Marta Rovery de Souza, Pedro Israel Cabral de Lira, Elisa Altafim, Esmeralda Correa Macana, Cesar G. Victora https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/244837 Mon, 19 Jul 2021 00:00:00 -0300 Acesso em saúde bucal no Brasil: análise das iniquidades e não acesso na perspectiva do usuário, segundo o Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica, 2014 e 2018 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/239617 <p><strong>Objetivo:</strong> Investigar os fatores associados ao não acesso em saúde bucal no Brasil. <strong>Métodos:</strong> Estudo transversal, sobre dados da avaliação externa do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica, em 2014 e 2018, mediante regressão logística multivariada hierarquizada. Definiu-se como ‘não acesso’ quando o usuário não consegue marcar consulta com cirurgião-dentista. <strong>Resultados:</strong> Foram analisados dados de 37.262 indivíduos do segundo ciclo (2014) e 117.570 do terceiro ciclo (2018). Maior chance de não acesso ocorreu para residentes em municípios mais desiguais e com menor cobertura de saúde bucal, deslocamento para a unidade de saúde superior a 11 minutos, sexo feminino, idade entre 25 e 39 anos e renda de até 1 salário mínimo. <strong>Conclusão:</strong> O não acesso associou-se a fatores municipais, como maior desigualdade; fatores organizacionais, como menor cobertura e tempo de deslocamento até a unidade; e fatores individuais, como sexo, idade e renda.</p> Deborah Ellen Wanderley Gomes Freire, Aldelany Ramalho Freire, Edson Hilan Gomes de de Lucena, Yuri Wanderley Cavalcanti Copyright (c) 2021 Deborah Ellen Wanderley Gomes Freire, Aldelany Ramalho Freire, Edson Hilan Gomes de de Lucena, Yuri Wanderley Cavalcanti https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/239617 Fri, 17 Sep 2021 00:00:00 -0300 Utilização de serviços de saúde e fatores associados, entre estudantes da Universidade Federal de Pelotas: estudo transversal, 2018 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/244378 <p><strong>Objetivo:</strong> Analisar a utilização de serviços de saúde e fatores associados, entre universitários. <strong>Métodos:</strong> Estudo transversal, aplicado em amostra de 2.708 estudantes da Universidade Federal de Pelotas entre novembro de 2017 e julho de 2018.<strong> Resultados:</strong> Dos 1.865 estudantes incluídos, 55,8% utilizaram serviços de saúde nos últimos 12 meses, 39,3% utilizaram serviços especializados, e 22,6%, as unidades básicas de saúde (UBS); 45,9% utilizaram serviços do Sistema Único de Saúde (SUS); e 49,1% utilizaram os serviços de saúde por motivo de prevenção. Houve maior utilização de serviços entre o sexo feminino (razão de prevalências, RP=1,34 – 1,23;1,46) e estudantes com necessidades de saúde (RP=1,51 – IC95%1,40;1,63). Apresentaram associação com maior financiamento-SUS a UBS (83,0% [IC95%77,3;87,5]), o pronto-socorro (81,3% [IC95%73,2;87,5]) e o pronto atendimento (83,6% [IC95%76,2;89,0]). <strong>Conclusão:</strong> A análise indicou que mulheres e pessoas com necessidades utilizaram mais os serviços de saúde, e que o SUS foi o principal financiador desses serviços.</p> Bruno Konsgen, Bruno Nunes, Luiz Augusto Facchini, Elaine Tomasi Copyright (c) 2021 Bruno Konsgen, Bruno Nunes, Luiz Augusto Facchini, Elaine Tomasi https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/244378 Mon, 23 Aug 2021 00:00:00 -0300 Prevalência e fatores associados ao excesso de peso em adultos nas capitais e no Distrito Federal, Brasil, 2019 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/243365 <p><strong>Objetivo:</strong> Analisar a prevalência e fatores associados ao excesso de peso nas capitais e no Distrito Federal, Brasil, 2019. <strong>Métodos:</strong> Estudo transversal, com dados do inquérito Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, 2019. Calculou-se a prevalência de excesso de peso e sua associação com características sociodemográficas, comportamentais e situação de saúde, estratificada segundo sexo. <strong>Resultados:</strong> A prevalência de excesso de peso foi de 55,9% (IC95%54,9;56,9). Nos homens, ela se associou à idade de 35-44 anos (RP=1,87 – IC95%1,65;2,12), consumo de álcool (RP=1,09 – IC95%1,03;1,15) e hipertensão (RP=1,24 – IC95%1,17;1,31), enquanto nas mulheres associou-se à idade de 45-54 anos (RP=2,03 – IC95%1,77;2,32), hábito de assistir à televisão 3h/dia (RP=1,09 – IC95%1,04;1,15) e estado de saúde ruim/muito ruim (RP=1,31 – IC95%1,20;1,43). <strong>Conclusão:</strong> Observou-se excesso de peso em mais da metade da amostra, associado a hipertensão, diabetes mellitus e consumo de álcool, em ambos os sexos.</p> Alana Paulina de Moura Sousa, IZABELA CRISTINA PEREIRA, LAÉCIO DE LIMA ARAUJO, MARIANA RODRIGUES DA ROCHA, HILDA MARIA MARTINS BANDEIRA, LUISA HELENA DE OLIVEIRA LIMA Copyright (c) 2021 Alana Paulina de Moura Sousa, IZABELA CRISTINA PEREIRA, LAÉCIO DE LIMA ARAUJO, MARIANA RODRIGUES DA ROCHA, HILDA MARIA MARTINS BANDEIRA, LUISA HELENA DE OLIVEIRA LIMA https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/243365 Mon, 19 Jul 2021 00:00:00 -0300 Perfil epidemiológico de uma coorte de gestantes sintomáticas com suspeita de Zika no estado de São Paulo, 2015-2018 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/243194 <p><strong>Objetivo:</strong> Descrever o perfil epidemiológico de gestantes com suspeita de infeção pelo vírus Zika, notificadas no Sistema de Vigilância às Emergências em Saúde Pública, do estado de São Paulo, Brasil, seu espectro de anormalidades e/ou resultados da gestação. <strong>Métodos:</strong> Estudo epidemiológico descritivo de uma coorte de gestantes sintomáticas com suspeita de infecção pelo vírus Zika, residentes no estado de São Paulo, notificadas no período 2015-2018 e o resultado de sua gestação. <strong>Resultados:</strong> Das 2.329 gestantes estudadas, 29,3% foram confirmadas com a infeção, na quase metade solteiras (44,8%), a maioria de raça/cor da pele branca (74,2%), com ensino médio completo (53,6%), e concentradas no nordeste do estado. A proporção de recém-nascidos com anomalias do sistema nervoso central foi de aproximadamente 4,0%. <strong>Conclusão:</strong> Os resultados encontrados caracterizam a transmissão do vírus Zika em São Paulo e podem subsidiar ações de saúde pública nos locais com maior risco de transmissão da doença.</p> Renata Soares Martins, Michele Higa Froes, Gizelda Katz, Ana Paula Sayuri Sato Copyright (c) 2021 Renata Soares Martins, Michele Higa Froes, Gizelda Katz, Ana Paula Sayuri Sato https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/243194 Mon, 19 Jul 2021 00:00:00 -0300 Violência recorrente contra crianças: análise dos casos notificados entre 2011 e 2018 no Estado do Espírito Santo https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/243086 <p><strong>Objetivo:</strong> Identificar a frequência de casos notificados e fatores associados à violência recorrente na infância no estado do Espírito Santo, Brasil. <strong>Métodos:</strong> Estudo transversal, com casos notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação em 2011-2018. As associações foram testadas pelo teste qui-quadrado de Pearson e regressão de Poisson estratificada por sexo. <strong>Resultados:</strong> A frequência de violência recorrente foi de 32,5%. Nos meninos, ela se associou às idades da criança (RP=1,38 – IC95%1,11;1,73) e do agressor (RP=1,85 – IC95%1,30;2,63), e à ocorrência na residência (RP=1,61 – IC95%1,23;2,11); nas meninas, associou-se à idade (RP=1,39 – IC95%1,20;1,60), presença de deficiência e/ou transtorno na vítima (RP=1,43 – IC95%1,22;1,67), pais agressores (RP=3,70 – IC95%1,65;8,32) e ocorrência na residência (RP=1,39 – IC95%1,10;1,75).<strong>Conclusão:</strong> A violência recorrente apresentou-se em quase um terço das notificações de violência contra a criança no estado, sendo necessário o reconhecimento de seus fatores associados para a elaboração de políticas de prevenção.</p> Márcia Pedroso, Franci´éle Marabotti Costa Leite Copyright (c) 2021 Márcia Pedroso, Franci´éle Marabotti Costa Leite https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/243086 Mon, 19 Jul 2021 00:00:00 -0300 Desigualdades sociais associadas com a letalidade por COVID-19 na cidade de Fortaleza, Ceará, 2020 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/242881 <p><strong>Objetivo:</strong> Analisar a associação entre as desigualdades sociais e sanitárias, condições socioeconômicas, segregação espacial e letalidade por COVID-19 em Fortaleza, Ceará, Brasil. <strong>Métodos:</strong> Estudo ecológico de casos confirmados e óbitos por COVID-19, tendo como unidades de análise os 119 bairros de Fortaleza. Calcularam-se os indicacores de incidência, mortalidade e letalidade aparente por COVID-19, entre 1º de janeiro e 8 de junho de 2020. Indicadores socioeconômicos foram extraídos do Censo Demográfico do Brasil de 2010. Foi realizada análise espacial e calculados índice global e local de Moran. <strong>Resultados:</strong> Foram encontrados 22.830 casos confirmados, 2.333 óbitos e uma letalidade aparente de 12,7% (IC95% 11,6;13,9). Observaram-se autocorrelações espaciais significativas para letalidade aparente (I=0,35) e extrema pobreza (I=0,51), sobrepostas em diversos bairros da cidade. <strong>Conclusão:</strong> A letalidade aparente por COVID-19 está associada a piores condições socioeconômicas e de saúde, demonstrando a relação entre desigualdades sociais e desfechos de saúde em tempos de pandemia.</p> Carlos Erasmo Sanhueza, ITALO AGUIAR , ROSA LÍVIA FREITAS DE ALMEIDA, CARL KENDALL, AMINATA MENDES, LIGIA SANSIGOLO KERR Copyright (c) 2021 Carlos Erasmo Sanhueza, ITALO AGUIAR , ROSA LÍVIA FREITAS DE ALMEIDA, CARL KENDALL, AMINATA MENDES, LIGIA SANSIGOLO KERR https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/242881 Mon, 23 Aug 2021 00:00:00 -0300 Análise espacial da tuberculose em menores de 15 anos de idade e risco socioeconômico: um estudo ecológico na Paraíba, 2007-2016 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/245734 <p><strong>Objetivo:</strong> Analisar a distribuição espacial da tuberculose em indivíduos menores de 15 anos de idade e fatores socioeconômicos na Paraíba, Brasil, 2007-2016. <strong>Métodos:</strong> Estudo ecológico, com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação, sendo o município a unidade de análise. Realizou-se distribuição espacial da incidência, aplicou-se o método bayesiano empírico local e a estatística de Moran. Dados socioeconômicos foram cruzados, para identificação das áreas de prosperidade social. <strong>Resultados:</strong> Foram notificados 426 casos, com incidência média de 4,5/100 mil habitantes. O índice de Moran foi de 0,59 (p-valor=0,010). O Moran Map revelou concentração de casos em menores de 15 anos em 38 municípios com alta prioridade da atenção, em conglomerados nos padrões alto-alto e baixo-baixo, nas regiões leste e noroeste do estado, coincidindo com áreas de baixa prosperidade social. <strong>Conclusão:</strong> Houve clusters com maior transmissão da tuberculose, apontando áreas prioritárias para abordagem da tuberculose.</p> Micheline da Silveira Mendes, André Luiz Sá de Oliveira, Lílian Maria Lapa Montenegro Pimentel, Tânia Maria Ribeiro Monteiro de Figueiredo, Haiana Charifker Schindler Copyright (c) 2021 Micheline da Silveira Mendes, André Luiz Sá de Oliveira, Lílian Maria Lapa Montenegro Pimentel, Tânia Maria Ribeiro Monteiro de Figueiredo, Haiana Charifker Schindler https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/245734 Mon, 09 Aug 2021 00:00:00 -0300 Desenvolvimento e validação de um instrumento para avaliar intervenções em relação aos princípios da Promoção da Saúde https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/241620 <p><strong>Objetivo:</strong> Desenvolver e validar um instrumento destinado a avaliar a proximidade de intervenções que buscam promover saúde, em relação aos princípios da Política Nacional de Promoção da Saúde do Brasil.<strong> Métodos:</strong> Estudo transversal de desenvolvimento e validação de um instrumento, a partir de consulta a 20 trabalhadores, na análise da primeira versão, 19 na versão final, e mais 31 trabalhadores na análise da fidedignidade e da avaliação de conteúdo, realizada por dez especialistas na versão inicial e 12 na versão final. Foram utilizados o índice de validade de conteúdo, o alpha de Cronbach (α) e o coeficiente de correlação intraclasse. <strong>Resultados:</strong> A adequação dos indicadores foi de 89,8%; a clareza de 82,5%; a consistência interna de α=0,80, e a correlação teste-reteste, de 0,93. <strong>Conclusão:</strong> O instrumento apresentou validade e fidedignidade aceitáveis, podendo ser utilizado na avaliação de intervenções que tenham o objetivo de promover a saúde.</p> Mathias Roberto Loch, Emmanuelly Correia Lemos, ´Patricia Constante Jaime, Cassiano Ricardo Rech Copyright (c) 2021 Mathias Roberto Loch, Emmanuelly Correia Lemos, ´Patricia Constante Jaime, Cassiano Ricardo Rech https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/241620 Mon, 05 Jul 2021 00:00:00 -0300 Hábitos relacionados à saúde entre agentes comunitários de saúde de Montes Claros, Minas Gerais: estudo transversal, 2018 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/244883 <p><strong>Objetivo:</strong> Analisar os hábitos relacionados à saúde dos agentes comunitários de saúde (ACS). <strong>Métodos:</strong> Estudo transversal realizado em Montes Claros, Minas Gerais, Brasil, em 2018. Foram avaliadas as características antropométricas, sociodemográficas, laborais e de estilo de vida. Regressão de Poisson foi aplicada para calcular a razão de prevalência (RP) e intervalo de confiança de 95% (IC95%) dos hábitos não saudáveis pelas variáveis independentes. <strong>Resultados:</strong> Participaram 675 ACS. No perfil de saúde, 60,8% estavam com excesso de peso, 83,0% referiram baixo consumo de frutas e 58,1% declararam baixo consumo de verduras e legumes. A inatividade física foi relatada por 26,2%. Declararam-se fumantes 7,1% e 37,6% ingeriam bebidas alcóolicas. O hábito inadequado de saúde foi maior no sexo masculino (RP=1,24 – IC95%1,05;1,45), nos mais jovens (RP=1,19 – IC95%1,01;1,40) e naqueles sem religião (RP=1,23 – IC95%1,04;1,45). <strong>Conclusão:</strong> Houve prevalência relevante de hábitos inadequados de saúde entre os profissionais, associados aos fatores sociodemográficos. </p> LUCINEIA PINHO, Nathália Paranhos Magalhães, Paloma da Silva Sousa, Gustavo Veloso Pereira , Maria Fernanda Santos Figueiredo Brito, Josiane Santos Brant Rocha, Luiza Augusta Rosa Rossi Barbosa, Antônio Prates Caldeira Copyright (c) 2021 LUCINEIA PINHO, Nathália Paranhos Magalhães, Paloma da Silva Sousa, Gustavo Veloso Pereira , Maria Fernanda Santos Figueiredo Brito, Josiane Santos Brant Rocha, Luiza Augusta Rosa Rossi Barbosa, Antônio Prates Caldeira https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/244883 Mon, 09 Aug 2021 00:00:00 -0300 Estimativa da subnotificação dos óbitos por sífilis congênita no Recife, Pernambuco, 2010-2016: relacionamento entre os sistemas de informações sobre mortalidade e de agravos de notificação https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/240227 <p><strong>Objetivo:</strong> Estimar as subnotificações de óbitos fetais e infantis que tiveram a sífilis congênita como causa básica ou associada, ocorridos no Recife, Pernambuco, Brasil, entre 2010 e 2016. <strong>Métodos:</strong> Aplicou-se o relacionamento de bases de dados, do tipo probabilístico, entre os casos de sífilis congênita, registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), e os óbitos fetais e infantis totais e por sífilis congênita, estes registrados no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). <strong>Resultados:</strong> Foram pareados 170 registros de óbitos fetais e infantis por sífilis congênita. Houve subnotificação de óbitos fetais e infantis por sífilis congênita de 80,9% no Sinan e de 7,0% no SIM, representando um incremento ao banco final de 2,3% e 7,0% respectivamente. <strong>Conclusão:</strong> A subnotificação identificada compromete o conhecimento da real magnitude da doença e, por conseguinte, as ações de prevenção e controle pelos gestores da saúde.</p> Martha Maria de Albuquerque Belo, Conceição Maria de Oliveira, Sheyla Carvalho de Barros, Lívia Teixeira de Souza Maia, cristine Bonfim Copyright (c) 2021 Martha Maria de Albuquerque Belo, Conceição Maria de Oliveira, Sheyla Carvalho de Barros, Lívia Teixeira de Souza Maia, cristine Bonfim https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/240227 Fri, 17 Sep 2021 00:00:00 -0300 Tendência da prevalência do sobrepeso e obesidade no Espírito Santo: estudo ecológico, 2009-2018 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/244815 <p><strong>Objetivo:</strong> Analisar tendências nas prevalências do sobrepeso e obesidade no estado do Espírito Santo, Brasil, entre 2009 e 2018. <strong>Métodos:</strong> Estudo ecológico, com dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional. O sobrepeso e a obesidade foram classificados conforme preconiza a Organização Mundial da Saúde. Realizou-se regressão linear (Prais-Winsten) para estimar a tendência da prevalência. <strong>Resultados:</strong> Observou-se tendência crescente de sobrepeso (5,5 a 8,6%) e obesidade (4,4 a 8,3%), em ambos os sexos e nas diferentes regiões do estado. Na análise estratificada, houve aumento de sobrepeso e obesidade em crianças, adolescentes e adultos do sexo feminino (4,2 a 8,6%; p&lt;0,05). No sexo masculino, nas regiões norte, central e sul do estado, a obesidade cresceu entre adolescentes, enquanto na região sul, em todas as faixas etárias (crescimento de 5,1%; p=0,01). <strong>Conclusão:</strong> Houve aumento do sobrepeso e da obesidade no Espírito Santo, de 2009 a 2018.</p> Carla Moronari de Oliveira Aprelini , Erika Cardoso dos Reis , Oscar Geovanny Enriquez Martinez , Tatielle Rocha de Jesus , Maria del Carmen Bisi Molina Copyright (c) 2021 Carla Moronari de Oliveira Aprelini , Erika Cardoso dos Reis , Oscar Geovanny Enriquez Martinez , Tatielle Rocha de Jesus , Maria del Carmen Bisi Molina https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/244815 Mon, 19 Jul 2021 00:00:00 -0300 Atenção à saúde de pessoas com diabetes e hipertensão no Brasil: estudo transversal do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica, 2014 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/239306 <p><strong>Objetivo:</strong> Avaliar a atenção às pessoas com diabetes e hipertensão, comparando as equipes segundo sua participação nos ciclos I e II do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade (PMAQ), e verificar sua associação com características dos usuários e municípios. <strong>Métodos:</strong> Estudo transversal, com dados do PMAQ em 2014. Foram utilizadas variáveis de organização da equipe, solicitação de exames e atenção referida pelos usuários. <strong>Resultados:</strong> Trinta e cinco por cento das equipes apresentaram organização adequada e 88% solicitaram todos os exames. Entre os usuários, 31% tiveram seus pés examinados e 18% referiram ter recebido atenção adequada. Municípios da região Sudeste, com mais de 300 mil habitantes e maior índice de desenvolvimento humano apresentaram melhores indicadores. As equipes participantes dos ciclos I-II mostraram melhores prevalências de organização e solicitação de exames.<strong> Conclusão:</strong> A atenção à pessoa com diabetes e hipertensão na rede básica de saúde brasileira necessita de melhorias.</p> Rosália Garcia Neves, Suele Manjourany Silva Duro , Bruno Pereira Nunes, Luiz Augusto Facchini , Elaine Tomasi Copyright (c) 2021 Rosália Garcia Neves, Suele Manjourany Silva Duro , Bruno Pereira Nunes, Luiz Augusto Facchini , Elaine Tomasi https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/239306 Mon, 19 Jul 2021 00:00:00 -0300 Padrões de consumo alimentar e níveis pressóricos elevados em brasileiros: estudo transversal, 2013 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/244381 <p><strong>Objetivo:</strong> Analisar a associação entre padrões de marcadores do consumo alimentar com níveis pressóricos elevados em brasileiros. <strong>Métodos:</strong> Estudo transversal, com dados da Pesquisa Nacional de Saúde, tendo como desfecho níveis pressóricos elevados, aferidos durante entrevistas realizadas entre agosto e novembro de 2013. Foram identificados padrões de marcadores do consumo alimentar, as variáveis de exposição. Calculou-se razão de prevalências (RP) e intervalo de confiança de 95% (IC95%) por regressão de Poisson multivariável. <strong>Resultados:</strong> A prevalência de níveis pressóricos elevados foi de 16,0% (IC95% 15,3;16,7) na amostra de 37.216 participantes, sendo maior naqueles com dieta que incluía carne e bebidas alcoólicas (RP=1,21 – IC95% 1,08;1,35). O padrão com maior presença de verduras e legumes não apresentou associação estatisticamente significante com níveis pressóricos elevados (RP=0,94 – IC95% 0,84;1,06). <strong>Conclusão:</strong> O padrão marcado pelo consumo de carne e bebidas alcoólicas mostrou-se associado com níveis pressóricos elevados. </p> Italo Wesley Oliveira Aguiar, Kaluce Gonçalves de Sousa Almondes Copyright (c) 2021 Italo Wesley Oliveira Aguiar, Kaluce Gonçalves de Sousa Almondes https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/244381 Mon, 09 Aug 2021 00:00:00 -0300 Hospitalização e morte por COVID-19 e sua relação com determinantes sociais da saúde e morbidades no Espírito Santo: um estudo transversal https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/244146 <p><strong>Objetivo:</strong> Analisar a associação entre determinantes sociais e morbidades para os desfechos de internação, internação em unidade de terapia intensiva e óbito por COVID-19 no Espírito Santo, Brasil. <strong>Métodos:</strong> Estudo transversal, com dados secundários de casos confirmados de COVID-19 notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação. Utilizou-se regressão de Poisson para estimar as razões de prevalências. <strong>Resultados:</strong> Foram estudados 104.384 casos, notificados entre 28 de fevereiro e 1º de setembro de 2020. Os desfechos em estudo foram mais frequentes entre indivíduos do sexo masculino, idosos, de raça/cor da pele amarela ou preta, sem escolaridade, com multimorbidade. Todas as morbidades associaram-se a maior risco de desfechos desfavoráveis. Observou-se maior risco de óbito entre pessoas com idade superior a 60 anos (RP=56,31–IC95%34,24;92,61), multimorbidades (RP=3,63 – IC95%3,16;4,17), doença renal (RP=3,42–IC95%2,81;4,15) e neoplasias (RP=3,15–IC95%2,41;4,13). <strong>Conclusão:</strong> Evidencia-se o efeito dos determinantes sociais e morbidades em internação e óbitos por COVID-19.</p> Dra. Keila Mascarello, Dra. Anne Caroline Vieira, Ana Sara Semeão de Souza, Wena Dantas Marcarini, Valerio Garrone Barauna, Dra. Ethel Maciel Copyright (c) 2021 Dra. Keila Mascarello, Dra. Anne Caroline Vieira, Ana Sara Semeão de Souza, Wena Dantas Marcarini, Valerio Garrone Barauna, Dra. Ethel Maciel https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/244146 Mon, 19 Jul 2021 00:00:00 -0300 Violência contra pessoas com deficiência https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/242907 <p>A violência afeta a vida de milhões de pessoas, destacando-se aquelas com deficiência (PCD) pela sua vulnerabilidade. Objetivo: descrever a violência contra PCD no Brasil, caracterizando as vítimas, a ocorrência e os prováveis agressores. Métodos: Análise descritiva dos casos notificados no Sistema Viva/Sinan do Ministério da Saúde entre 2011 e 2017. Resultados: A maioria das vítimas é do sexo feminino (67%), branca (50,7%), adulta (61,6%) e com deficiência mental (58,1%), sendo frequente a ocorrência de múltipla deficiência (15,9%), especialmente mental e intelectual. Em ambos sexos, destacou a notificação de violência autoprovocada (45,0%; p=0,001) e violência física (51,6%; p&gt;0,05). Conclusão: São grandes os desafios na prevenção da violência contra PCD, a começar pela divulgação de informações sobre a temática.</p> Nicole Freitas de Mello, Éverton Luís Pereira, Vinícius Oliveira de Moura Pereira, Leonor Maria Pacheco Santos Copyright (c) 2021 Nicole Freitas de Mello, Éverton Luís Pereira, Vinícius Oliveira de Moura Pereira, Leonor Maria Pacheco Santos https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/242907 Mon, 23 Aug 2021 00:00:00 -0300 O potencial na integração do agente controlador de endemia na Estratégia Saúde da Família https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/250971 Eduardo Wermelinger, Aldo Copyright (c) 2021 Eduardo Wermelinger, Aldo https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/250971 Fri, 17 Sep 2021 00:00:00 -0300 Câncer de tireoide no Brasil: o que dizem e o que não dizem os Registros Hospitalares de Câncer https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/244402 Eliane de Freitas Drumond, Maria Cristina Ferreira Drummond Copyright (c) 2021 Eliane de Freitas Drumond, Maria Cristina Ferreira Drummond https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://submission.scielo.br/index.php/ress/article/view/244402 Mon, 05 Jul 2021 00:00:00 -0300